Vida Minimalista

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Eu adoro descobrir blogs novos através do Bloglovin. Outro dia, um post do blog A Girl Obsessed me chamou a atenção porque ela contava quais eram os canais do youtube favoritos dela (também adoro descobrir novos canais no youtube para seguir!). Foi assim que se deu meu primeiro contato com o Minimalismo. Caí em um vídeo do canal Light by Coco e logo em seguida estava eu pesquisando internet e youtube afora mais vídeos e textos sobre esse tal estilo de vida minimalista. Aquele foi um domingo longo!
Me apaixonei tanto pelo assunto que não conseguia parar de ler mais e mais blogs minimalistas. Me identifiquei tanto com eles que decidi naquele momento me tornar minimalista. Foi um clique sabe? Tudo se encaixava com a maneira que eu penso o mundo, com a maneira com que quero viver, com os objetivos que busco no futuro, tudo. E eu pensei, “É isso!”. Pensei também: “me tornar minimalista é uma evolução natural para mim, é o próximo passo a dar”.
Desde que me formei Consultora de Imagem em 2014, minha perspectiva sobre a moda e sobre mim mesma mudaram. Lá foi o primeiro clique. Eu descobri um novo jeito de me relacionar com a moda e uma nova maneira de entender o consumo, o meu consumo. Agora, as roupas nas lojas tinham que ser muito especiais para ganharem um lugar no meu guarda-roupa e mais importante, as experiências que eu queria viver (e ainda quero!) subiram no ranking de prioridade na vida. Quando me deparei com o minimalismo, todas aquelas peças soltas fizeram sentido na imagem maior daquele quebra-cabeça. A felicidade que sempre busquei, estava ali, na vida minimalista.
Se livrar de todas as coisas que não te fazem bem, que não te trazem alegria, era o primeiro passo. E não são apenas coisas materiais, mas também pessoas e relacionamentos tóxicos. Qualquer coisa que você tenha contato e que não te trazem felicidade. Eu passei a entender porque eu me sentia triste quando entrava no meu quarto. O tanto de coisas que estavam lá e que não me faziam feliz. O móvel da tv (já tirei a tv do quarto faz tempo, mas o móvel ficou lá), as pilhas de revistas no chão (pra que tanta revista Luiza?), materiais e mais materiais para futuros DIY (que estão há anos esperando serem usados).
Viver com menos, estar rodeado apenas de coisas e pessoas que te trazem alegria, ser mais consciente da sua existência, ter mais tempo para fazer o que te deixa feliz. Tempo de realizar seus sonhos. Isso pra mim é felicidade, a felicidade que sempre busquei pra mim.   
{Imagem: @floriografia}

0 Comment

  1. Oi Ana, muito obrigada pelo seu comentário! Fiquei feliz em saber da sua idenficação com o minimalismo e pode comentar sempre que quiser, até porque você já está há 2 anos na frente, deve ter muita dica boa pra compartilhar e eu vou adorar saber! Obrigada mais uma vez 🙂 Beijos

  2. Luiza querida, tenho acompanhado e adorado seu blog já tem alguns meses e sempre penso em comentar, mas deixo pra lá porque sou meio tímida com essas coisas… Mas depois desse post não teve jeito, a identificação é demais <3 Comigo foi ao contrário, primeiro conheci o minimalismo (já sou minimalista há uns 2 anos) e depois de muitas mudanças me reencontrei na carreira de consultora de estilo, acho até que talvez nos formamos no mesmo lugar (reconheci a técnica das varetas) Hahaha!
    Enfim, passei aqui pra me apresentar e te parabenizar pelo blog!
    Beijos
    Ana Lívia Zanata

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